Lista de empresas públicas privatizadas/extintas

 Nota importante: a alienação de participações da IPE/Parpública ao longo do tempo que não apareça aqui com a publicação original será actualizada

Abrigada – Companhia Nacional de Refractários, SA (19?)

  • AMR – Abrigada, Montagens e Revestimentos, SA (1996, spin-off)

ACTA – Actividades Eléctricas Associadas, SA (19?)

AGA – Álcool e Géneros Alimentares, SA (1994 à Produtos Sarcol, SA), em 2010 a maioria é comprada pela espanhola Azucarera Montero, SA e em 2011 a também espanhola Azucarera del Guadalfeo, SA compra 33%

Aliança UAP, SA (1989, fruto da fusão da Aliança Seguradora com a UAP Portugal), comprada pela AXA – existe ainda hoje como Ageas Portugal

ANA – Aeroportos de Portugal, SA (2012), pela VINCI Airports

BCA – Banco Comercial dos Açores, SA (1996), pelo Banif, onde foi integrado – parte do Santander desde o colapso do Banif

BESCL – Banco Espírito Santo & Comercial de Lisboa, SA ao Grupo Espírito Santo (40% em 1991, o restante em bolsa em 1992) – a parte “boa” passou a ser Novo Banco em 2014

BFB – Banco Fonsecas & Burnay, SA, comprado pelo BPI (80% em 1991, o restante em 1993) – absorvido pelo BPI em 1998

BFE – Banco de Fomento e Exterior, SA, que controlava a Cosec e o Banco Borges & Irmão, comprado pelo BPI (1996) – absorvido pelo BPI em 1998

BPA – Banco Português do Atlântico, SA (1995), pelo BCP

BPN – Banco Português de Negócios, SA (201), pelo BIC, renomeado Banco BIC

BPSM – Banco Pinto & SottoMayor, SA à Munfinac (80% em 1994) – acaba transferida com a seguradora Mundial Confiança no Grupo CGD em 2000 e depois cedido ao BCP, onde é integrado nesse ano

Brisa – Auto-estradas de Portugal, SA (1996-2000), detida principalmente pela José de Mello em bolsa – hoje detida em 81,1% pela Rubicone BidCo [consórcio da APG Asset Management N.V., a National Pension Service of the Republic of Korea e a Swiss Life Asset Managers]

BTA – Banco Totta & Açores, SA ao Banesto (10% em 1989, 40% em 1990), depois à Mundial Confiança com o colapso do Banesto (50% em 1994, concluída em 1996) – depois acaba absorvido com o Crédito Predial Português no Banco Santander Portugal em 2004

BTW – Beralt, Tin & Wolfram (Portugal), SA (1990 à Minorco), vendida à Avocet Mining em 1993, seguindo-se a Almonty em 2004, a Sojitz em 2007, revendeu à Almonty em 2016

CAICA – Complexo Agro-Industrial do Cachão, SA (1992, encerrado, entregue às autarquias de Mirandela e Vila Flor, que criaram a AIN – Agro-Industrial do Nordeste, SA)

Celbi – Celulose da Beira Interior, SA (1995, à sueca Stora Cell AB), em 2006, é vendida pela StoraEnso à Altri, SGPS

Cimpor – Cimentos de Portugal, SGPS, SA (20% em 1994, 45% em 1996, 25% em 1998, 10% em 2001; 10% em 2012 [detidos pela CGD]), a maior parte em bolsa – depois da OPA do grupo pela Intercement (Camargo Corrêa) em 2012, as operações em Portugal e Cabo Verde [Cimpor Portugal SGPS] foram vendidas ao fundo turco OYAK em 2019, ficando o grupo absorvido pela Intercement

CMP – Cimentos Maceira e Pataias, SA (1994, 80% pela Semapa, 1995 a Semapa compra o resto), integrada na Secil

Companhia de Seguros Açoreana, SA (1996) ao Banif, acaba integrada na Seguradoras Unidas, SA, após o colapso do grupo Banif, criada pela Apollo em 2016 com a inclusão da Tranquilidade, a Seguradoras Unidas acabou por ser vendida em 2019 à Generali

Companhia de Seguros Bonança, SA (1990)

Companhia de Seguros Império, SA (1992) à Munfinac, funde-se com a Império em 2001, já no Grupo CGD, criando a Império Bonança, integrada na Fidelidade Mundial em 2012

Companhia de Seguros Mundial Confiança, SA à Munfinac (1992) – acaba integrada no Grupo CGD em 2000, fundida com a Fidelidade em 2002 e depois com a Império Bonança em 2012 – existe hoje como Fidelidade, 85% detida pela Fosun, o restante ainda pela Caixa Seguros e Saúde, SGPS, SA desde 2014

Companhia de Seguros Tranquilidade, SA (1989 e 1990) ao Grupo Espírito Santo, com o colapso do grupo em 2014, é comprada pela Apollo em 2015, integrada na Seguradoras Unidas, SA em 2016

CNN – Companhia Nacional de Navegação, EP (1985, liquidação)

CNP – Companhia Nacional de Petroquímica, SA (1996), à Repsol Polímeros

Cometna – Companhia Metalúrgica Nacional, SA (1990, integrada no grupo SENETE), com a saída da IPE em 1994, foi controlada pela ABB, esta fundiu-se com a Daimler em 1996 dando origem à ADTranz, encerrou em 2004 e acabou liquidada em 2007

COSEC – Companhia de Seguros de Crédito, SA (1989, 1992), 50% ao BPI e outros accionistas

CP Carga – Logística e Transporte de Mercadorias, SA (2015) à MSC Rail, renomeada Medway – Operador Ferroviário e Logístico de Mercadorias, SA

CPP – Companhia Portuguesa de Pescas, SARL (1984, liquidação)

CPP - Crédito Predial Português, SA, pelo Banesto via BTA (1992) – acaba absorvido com o BTA no Banco Santander Portugal em 2004

CTM – Companhia Portuguesa de Transportes Marítimos, EP (1985, extinção)

CTT – Correios de Portugal, SA (2013, 68,5% em bolsa; 2014, 31,5% em bolsa), o maior accionista é a Manuel Champalimaud, SGPS, SA (13,12%)

Dragapor – Dragagens de Portugal, SA (2000, à Sociedade Portuguesa de Dragagens), foi integrada em 2015 na SPD, totalmente detida pela holandesa Royal Boskalis Westminster NV

Edisoft – Empresa de Serviços e Desenvolvimento de Software, SA (2013, 25% à Thales)

EDP – Electricidade/Energias de Portugal, SA (1997 [30%, bolsa], 1998 [2,25% à Iberdrola em Maio, 16,2% em bolsa em Junho], 2000 [20%, bolsa], 2004 [6%, bolsa], 2005 [emissão obrigacionista, convertível numa participação de 4,376%], 2007 [emissão obrigacionista, convertível numa participação de 4,14%, a conversão ocorreu em 2013], 2011 [21,35%, China Three Gorges]

EID – Empresa de Investigação e Desenvolvimento de Electrónica, SA (2016, 23,09% à Cohort plc)

ENATUR – Empresa Nacional de Turismo, SA (2003, 49% ao Grupo Pestana Pousadas [59,8% do Grupo Pestana, 25% do Grupo CGD, 15% da Fundação Oriente e 0,2% repartidos entre Abreu e Portimar])

ENVC – Estaleiros Navais de Viana do Castelo, SA (2013, à WestSea, do Grupo Martifer)

ENU – Empresa Nacional de Urânio, EP (encerrou em 2004)

EPAC – Empresa Pública de Abastecimento de Cereais, EP (conversão em SA em 1991 com o nome Empresa para Agroalimentação e Cereais, liquidada em 1999), era a detentora da Triunfo

  • EPAC Comercial – Produtos para a Agricultura e Alimentação, SA (criação em 1998)

  • Silopor – Empresa de Silos Portuários, SA (criação em 1987)

  • Triunfo (venda da marca e fábricas à Nutrinveste, SGPS, SA, do grupo Mello em 1990), a fábrica de Coimbra foi encerrada em 2001, a marca e fábrica de Mem Martins foram vendidas em 2004 à United Biscuits, esta foi comprada pela Kraft Foods em 2006, em 2011 passou para a Mondelez International, em 2015 a fábrica é encerrada e a marca passa a ser produzida na República Checa

EPDP – Empresa Pública do Jornal Diário Popular, EP (1990, extinção), o património do Diário Popular foi vendido à Interpress em 1989, uma distribuidora que acabou por se converter numa especuladora imobiliária em 1996

  • O Comércio do Porto, SA (1989), à Lisgráfica, que vendeu em 2001 à Prensa Ibérica, encerrando de vez em 2005

  • Sociedade Editora Record, Lda. (1989), ao consórcio PEI, Invesmédia, VASP [por sua vez detida em partes iguais por Pinto Balsemão e Carlos Barbosa] e Stefano Saviotti, hoje é Cofina Média, SA

EPJS – Empresa Pública Jornal O Século, EP (1979, extinto, mas vendeu o nome em 1986, liquidada em 2007)

EPPI – Empresa Pública de Parques Industriais, EP (1986, extinto)

EPNC – Empresa Pública Notícias Capital, EP (1991), ao consórcio Lusomundo Serviços, esta depois seria comprada pela PT Multimédia em 2000, sendo depois comprada pela Controlinveste em 2005, sendo renomeada Global Media Group, SGPS, SA em 2014

EPS – Efacec Power Solutions, SGPS, SA (2021, 71,73%)

EPSI – Empresa de Polímeros de Sines, SA (1996), à Repsol Polímeros

EXTRA – Explosivos da Trafaria, SA (40,2% à MAXAM via Infacal)

FEIS – Fábrica-Escola Irmãos Stephens, EP (encerrou em 1992)

Ferrominas, EP (1983), falência [acabou por ser fundida com a EDMA – Empresa de Desenvolvimento Mineiro do Alentejo, EP e criou a EDM – Empresa de Desenvolvimento Mineiro, SA em 1986, ainda existe]

Finangeste – Empresa Financeira de Gestão e Desenvolvimento, SA (2015 à Isegoria)

FORE – Fábrica de Extracção e Refinação de Óleos Vegetais e de Rações de Évora, EP (1980, é integrada no Instituto de Gestão e Estruturação Fundiária)

Frigarve – Empresa Frigorífica do Algarve, Lda. (1984, extinção)

Galp – Gás e Petróleos de Portugal, SGPS, SA (1999 [33,34% à Petrocontrol, 10,75% à CGD, 3,27% à EDP, Portgás e Setgás], 2000 [11% à ENI, que comprou 22,34% da Petrocontrol, e 4% à Iberdrola, a EDP comprou os restantes 11% da Petrocontrol], 2003 [4,8% à REN, que também comprou a participação da CGD, 13,5%], 2006 [23% na Bolsa]) – sobram ainda 7%

  • Petrogal – Petróleos de Portugal, SA (1992, 25% à Petrocontrol {Espírito Santo, Mello, Champalimaud, Amorim, Belmiro de Azevedo, Monteiro de Barros, Stanley Ho, Parfil}), em 1999 as participações foram transferidas para a Galp Energia, passando a Petrogal a ser subsidiária

Gelmar – Empresa Distribuidora de Produtos Alimentares, Lda. (1984, extinção)

Lisnave – Estaleiros Navais de Lisboa, SA (dividida em 2 em 1997 após acordo do Estado com o Grupo Mello)

  • Gestnave – Prestação de Serviços Industriais, SA (renomeação da Lisnave, dissolvida em 2004, serviu como proprietária do estaleiro da Margueira, contratadora dos trabalhadores e detentora das dívidas até ao encerramento do estaleiro em Almada em 2000, no processo de transferência para a Mitrena)

  • Lisnave – Estaleiros Navais, SA (com capital aberto em bolsa, a maior accionista era a Navivessel em 2000, com 68,74%, procedeu à OPA das restantes acções ainda nesse ano), opera hoje na Mitrena com as associadas históricas como a Repropel, Gaslimpo e Lisnave Internacional, todas detidas pela Navalset, empresa mãe da Navivessel

Lusol – Companhia Lusitana de Óleos, SA (1991, pela Alco [Mello]), integrada na Sovena

Nacional – Companhia Industrial de Transformação de Cereais, SA (1999, pelo Grupo Amorim Lage, SA, hoje Cerealis, SGPS, SA), renomeada em 2005 Cerealis Produtos Alimentares, SA

Nutrinveste, SGPS, SA (1993, Grupo José de Mello, SGPS, SA)

Pescrul – Sociedade de Pescas de Crustáceos, Lda. (1995)

Portline – Transportes Marítimos Internacionais, SA (1991, a Stanley Ho), foi dividida em 2 em 2011

  • PBI – Portline Bulk International, SA

  • PCI – Portline Container International, SA (vendida em 2015 à Via Marítima, Lda., detida pelo grupo Sousa)

  • Portline Ocean, SA (criada em 2016)

Portucel – Empresa de Celulose e Papel de Portugal, SGPS, SA (1995 [44,2% em bolsa], 2004 [30% à Semapa], 2006 [25,72% em bolsa]) – renomeada The Navigator Company em 2016

Proalimentar – Produtos Alimentares, SA (venda da marca e fábrica à Nutrinveste, SGPS, SA, do grupo Mello em 1990), fábrica é encerrada em 1995, a marca passa a ser detida pela Mondelez International, sendo depois detida pela AMD Portugal, Lda. desde 2007

PT – Portugal Telecom, SA (1995 [27,26% em bolsa], 1996 [21,74% em bolsa], 1997 [26% em bolsa], 1999 [13,5% em bolsa e emissão de mais acções], 2000 [11% em bolsa], 2011 [fim das golden shares]) – passa a SGPS em 2000, tenta fusão com Oi em 2013, passando os activos no ano seguinte da PT para a Oi, em 2015 colapsa o grupo na sequência do colapso do Grupo Espírito Santo e a PT SGPS separa as operações portuguesas na PT Portugal, SGPS, SA, renomeando-se Pharol SGPS, SA

  • PT Multimédia, SA – spin-off em 2007, renomeada ZON Multimédia, SGPS, SA em 2008, fundiu-se com a concorrente Optimus (da Sonaecom) em 2013, dando origem à NOS, SGPS, SA

  • PT Portugal, SGPS, SA – vendida à Altice em 2015, renomeada Altice Portugal em 2018

Quimigal – Química de Portugal, EP, convertida em SA em 1989 (pulverização)

  • Saída da Isopor com a aquisição pela DOW Chemicals (1985, concluída em 1988)

  • Saída da ERT-CUF, sediada nos EUA, com aquisição pela UERT (1986)

  • Nutrigal e Vecom Portuguesa encerram (1987)

  • Venda da SITENOR (1987)

  • Lusofane parcialmente alienada à Vista Alegre (1988)

  • Venda da Intercuf, sediada no Brasil (1989) – ainda existe hoje

  • Venda da UNISOL, que controla as empresas Sonadel, Uniclar, Servisan e Floral, à Colgate-Palmolive em 70% (1990, os restantes 30% em 1991)

  • Venda da Quimibro, controla Companhia Portuguesa do Cobre (1990)

  • Venda da Sotinco (1990) – ainda existe hoje

  • Venda da Lusofane e Ecoplás (1990)

  • Venda da Previnil (1991) – ainda existe hoje

  • Venda da Lusol, que controla a Sovena e a participação da Induve em Angola (1991) – existem ainda hoje, a Lusol foi integrada na Sovena e ainda opera o Terminal de Granéis Alimentares de Palença

  • Venda da CUF Têxteis (1991)

  • Venda da NUTASA (1991)

  • Venda da Tanquipor (1992, 30%, concluída em 1995) - opera como Alkion Terminal Lisbon

  • Venda da Plasquisa (1992)

  • Encerramento da ERMI (1992)

  • Venda da Quimitécnica (1993) ao Grupo José de Mello, incluindo metade da Quimibol – opera ainda hoje

  • Perda dos 70% de participação directa na Atlanport para 13,5% indirecta, através da SERCARGA (1993) – ainda existe hoje

  • Venda da Quimiparque (1994) ao Estado – ainda existe hoje como Baía do Tejo, SA

  • Venda da LPQ – Laboratórios Pró-Qualidade (1994, concluída em 1995)

  • Venda da ENEF à EDP (1995)

  • Venda da Agroquisa (1995, 90%, concluída em 1996)

  • Venda da Atlanport/Seporave, operadora do Porto de Aveiro (1995)

  • Encerramento da SERCARGA (1995)

  • Venda de 50% da Quimigal Adubos à SAPEC (1997, com os restantes 50% em 1998), que incluiu por integração a SAPEC Adubos, Intergal [revendedora da Quimigal em Espanha], Atlanport e Atlansul, renomeada ADP – Adubos de Portugal, SA ainda nesse ano – ainda existe como ADP Fertilizantes, do grupo Fertiberia

  • Privatização de 90% do grupo à Quimigest, participada em 67% pelo Grupo José de Mello e 20% pela SAPEC (1997, os restantes 10% em 1998)

  • Fusão da Anilina de Portugal, depois de comprar a Uniteca (Grupo José de Mello) na Quimigal (1998)

  • Venda da Fisipe (2005, comprada pela SGL Group em 2012) – ainda opera hoje

  • ATM ainda hoje é parte da José de Mello SGPS e da Têxtil Manuel Gonçalves (50%)

RN – Rodoviária Nacional, EP, convertida em RNIP – Rodoviária Nacional, Investimentos e Participações, SA (em 1990, extinta em 1995)

  • EIS – Empresa de Indústria Mecânica do Sul, SA (incorporada na Rodoviária da Estremadura em 2001)

  • RA – Rodoviária do Alentejo, SA (1993, ao consórcio do grupo Barraqueiro com a família Belo e ETAC), renomeada Belos Transportes, SA em 1993, a família Belo saiu em 2000, com a Barraqueiro a dividir em 3:

    - Belos Alentejana, renomeada Rodoviária do Alentejo, SA em 2002, é detida em 79,98% directamente pela Barraqueiro SGPS e 20% pela ROTAGUS, SGPS, SA [subsidiária da Barraqueiro SGPS]

    - Belos Ribatejana, renomeada Ribatejana em 2001 (registada como Ribatejana Verde, Lda.), é detida totalmente pela Barraqueiro Transportes, SA

    - Belos Setubalense, integrada posteriormente na TST

  • RAG – Rodoviária do Algarve, SA (1992, ao consórcio do grupo Barraqueiro com a francesa Compagnie Générale D’Enterprises Automobiles), renomeada EVA Transportes, SA e detida a 99,99% pela Rodoviária do Alentejo (controlada pela Barraqueiro, SGPS, SA)

  • RBI – Rodoviária da Beira Interior, SA (1993, ao grupo Barraqueiro), vendida ao grupo Joalto em 2000, grupo este comprado pela Transdev em 2010

  • RBL – Rodoviária da Beira Litoral, SA (1993, ao consórcio da Caima, Resende e RENEX [Barraqueiro]), vendida à Transdev em 2002 com a compra do grupo Caima

  • RE – Rodoviária da Estremadura, SA (1994, repartida em dois: as operações em Mafra para a Mafrense e as restantes para o Grupo Barraqueiro), a Barraqueiro compra a Mafrense em 1996, reunificando a RE, mas em 1997, é renomeada Barraqueiro Transportes, SA, com os serviços originais a operar como Mafrense, Barraqueiro Oeste, Boa Viagem e Estremadura, e agregando, em 2000, a Ribatejana, Frota Azul e Barraqueiro Alugueres

  • REDM – Rodoviária de Entre Douro e Minho, SA (1992, ao grupo Barraqueiro), vendida à Transdev em 2000

  • RL – Rodoviária de Lisboa, SA (1995, repartida em 3), ficando com os serviços de Odivelas, Loures e Vila Franca de Xira, vendida à Barraqueiro

    - Stagecoach Portugal, com os serviços de Cascais, Oeiras, Carcavelos e Sintra, em 2000 a Stagecoach vende para os donos da Vimeca/Lisboa Transportes, renomeada ScottURB

    - Vimeca/Lisboa Transportes, Lda., com os serviços da Amadora, Oeiras, Carcavelos, Sintra Leste e Pontinha

  • Rodo Cargo – Transportes Rodoviários de Mercadorias, SA (1992, à Transportes Pedrosa e Fidelidade), em 1995 é transferida para a Barraqueiro SGPS, em 1999 a Barraqueiro compra a participação da Fidelidade

  • RST – Rodoviária Sul do Tejo, SA (1993, ao consórcio do Grupo Barraqueiro e Covas & Filhos), renomeada TST – Transportes Sul do Tejo, SA, a inglesa Arriva comprou a participação da Covas & Filhos em 2002 e a da Barraqueiro em 2008

  • RT – Rodoviária do Tejo, SA (1993, ao consórcio AVIC, Barraqueiro e REDM [detida pela Transdev]), em 2001, passa a ser detida pela ROTAGUS, SGPS [detida pela RL, por sua vez parte da Barraqueiro SGPS] e pela Transdev; da RT original surge a subsidiária RDL – Rodoviária do Lis, Lda. em 2016

  • Transporta – Transportes Porta a Porta, SA (1993, ao grupo Barraqueiro), em 2017 é vendida pela Barraqueiro e integrada nos CTT

  • UIC – Unidade de Indústria Auto Mecânica do Centro, Lda. (1992), é representante do grupo turco Karsan em Portugal

Secil – Companhia Geral de Cal e Cimento, SA (1994, 51% pela Semapa; em 1995, 7,94% também pela Semapa), a Semapa comprou 41%

SETENAVE – Estaleiros Navais de Setúbal, SA (1998, 94,97%, pela NAVIVESSEL – Estudos e Projectos, Navais, SA, o resto para os trabalhadores), a operação foi concessionada à Lisnave através da Solisnor – Estaleiros Navais, SA [consórcio com norugueses] em 1989 até 1995, passou a ser designada Lisnave – Estaleiros Navais, SA em 2000, após a OPA sobre a Lisnave – Estaleiros Navais de Lisboa, SA

SG – Sociedade Geral de Comércio, Indústria e Transportes, SARL (1985, extinção)

SICEL – Sociedade Industrial de Cereais, SA (19?), extinta em 2008

SN – Siderurgia Nacional, EP (convertida em SA em 1991, é convertida em SGPS e a produção é dividida em 3 pelo governo em 1993)

  • SN-Longos – Siderurgia Nacional, Empresa de Aços Longos, SA (1995, 80% ao consórcio da galega Megasa – Metalúrgica Galaica, SA, holandesa Erisider Holland BV e Atlansider, SGPS, SA à qual as duas anteriores, ambas accionistas desta, transferiram a sua parte; 1997, maior parte dos 10% pela Atlansider; 2008, 10% à Atlansider, já totalmente detida pela Megasa), a SN Longos foi pulverizada em 2009

    - Ecometais, SA (criada em 2011)

    - SN Maia – Siderurgia Nacional, SA

    - SN Seixal – Siderurgia Nacional, SA

    - SN Transformados, SA

  • SN-Planos – Siderurgia Nacional, Empresa de Aços Planos, SA (1996, à Lusosider – Projectos Siderúrgicos, SA, detida pela Hoogovens e Sollac), renomeando em Lusosider Aços Planos, SA em 1996), a brasileira CSN comprou a participação da Arcelor [ex-Usinor, que comprou a Sollac em 1999] que havia vendido à Corus Staal [ex-Hoogovens] em 2003, em 2006, a CSN compra os restantes 50%

  • SN-Serviços – Siderurgia Nacional, Empresa de Serviços, SA, repartida em SNESGES – Administração e Gestão de Imóveis e Prestação de Serviços, SA e Urbindústria – Sociedade de Urbanização e Infra-estruturação de Imóveis, SA e integradas por fusão na Quimiparque na empresa pública Baía do Tejo, SA em 2009

SNAB – Sociedade Nacional dos Armadores de Bacalhau, SARL (1995, à Sociedade de Pesca Miradouro)

SNAPA – Sociedade Nacional dos Armadores da Pesca de Arrasto, SARL (1982, extinção)

Socarmar – Sociedade de Cargas e Descargas Marítimas, SA (1993, a Nuno de Mesquita Gabriel dos Santos Pires)

SOCITREL – Sociedade Industrial de Trefilaria, SA (19?), controlada pela F. Ramada desde 2017

SOGEFI – Sociedade de Gestão e Financiamento, SARL (1985, extinção)

SOPONATA – Sociedade Portuguesa de Navios Tanques, Lda. (1993, ao Grupo José de Mello), vendida em 2004 à norte-americana General Maritime Corporation, sendo renomeada General Maritime Management (Portugal) Lda.

Soporcel – Sociedade Portuguesa de Papel, SA (integrou a Portucel em 2000, criando a Portucel Soporcel, SA)

Sociedade Financeira Portuguesa – Banco de Investimento, SA (1991, Grupo Mello), integrada com a UBP em Banco Mello Comercial em 1996

Sovena – (1990 pela Alco [Mello])

SPdH – Sociedade Portuguesa de Handling, SA (2004, 50,1% à Globalia), em 2005 é renomeada operacionalmente como Groundforce, em 2008 a Globalia vende a participação aos bancos BIG, Banif e Banco Invest, que cederam à TAP SGPS, esta cedendo à Europartners; em 2012, a participação é comprada pelo Grupo Urbanos (Pasogal, SGPS); declarada insolvente em 2021

Tabaqueira – Empresa Industrial de Tabaco, SA (1996, pela Philip Morris International), é repartida em 2008, criando a Tabaqueira II, SA para a comercialização dos produtos da Tabaqueira

TAP, SGPS, SA (2015, 61% à Atlantic Gateway, SGPS, SA [Barraqueiro e David Neeleman]), parcialmente revertida em 2016 com a compra de 16% pelo Estado através da Parpública e em 2020 com a compra de mais 22,5% à Atlantic Gateway, eliminando assim o consórcio e com Barraqueiro a deter 22,5%

Tobis Portuguesa, SA (2012, à Film D – Filmdrehctsich, Lda., detida por angolanos), encerrou em 2016

Tranquilidade – Companhia de Seguros, SA (1990 ao grupo Espírito Santo), com o colapso do GES em 2014, é comprada pela Apollo Management em 2015, integrada no ano seguinte na Seguradoras Unidas, SA com a compra da Açoreana pela Apollo, esta vende em 2020 a Seguradoras Unidas à Generali

Transinsular – Transportes Marítimos Insulares, SA (30% em 1987, 70% em 1990, à TIGEST, SGPS, SA ), em 1993 passa a ser detida pela belga CMB NV, em 1999 é adquirida pelo Grupo ETE

UBP – União de Bancos Portugueses, SA (1992, 61,11%; 1995, 20%, [as restantes 18,89% eram do BPA] ambas as fases ao grupo Mello), renomeada Banco Mello Comercial em 1996, acaba por vender ao BCP em 2000

Unicer – União Cervejeira, SA (1989, 49% em bolsa, 1990, restante em bolsa), renomeada Super Bock Group, SGPS, SA em 2017

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